7 curiosidades da exposição “Quando São Paulo era Piratininga” que você precisa conhecer

Mostra na Casa Museu Ema Klabin foi prorrogada até 26 de abril e revela segredos pouco conhecidos da história da capital

A exposição “Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana” foi prorrogada até o dia 26 de abril de 2026, em São Paulo. A mostra convida o público a descobrir como era a região antes da colonização portuguesa, com base em pesquisas arqueológicas realizadas na cidade.

Com curadoria de Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida, a exposição reúne registros, artefatos e reconstruções que ajudam a entender a formação do território paulista.

Confira 7 curiosidades que chamam a atenção:

1. São Paulo já teve mineração de ouro

Antes do ciclo do ouro em Minas Gerais, a exploração já acontecia em São Paulo por volta de 1580, no Pico do Jaraguá — onde ainda existem vestígios da atividade.

2. “Piratininga” tem origem indígena

O antigo nome da cidade vem do tupi e significa “peixe a secar”, referência às várzeas dos rios após períodos de cheia.

3. A cidade tem cerca de 90 sítios arqueológicos

São Paulo reúne dezenas de sítios já identificados, com vestígios indígenas, áreas de mineração e cemitérios históricos. Parte desse material está presente na exposição.

4. Há registros de até 3.800 anos

Os achados arqueológicos apresentados cobrem um período que vai de cerca de 1.850 a.C. até o século XIX.

5. O sítio mais antigo fica no Morumbi

O Sítio Lítico do Morumbi é um dos mais importantes da capital e reúne evidências de ferramentas de pedra com quase 4 mil anos.

6. Povos antigos dominavam técnicas avançadas

Ferramentas como facas, raspadores e pontas de flechas eram produzidas com pedra lascada — algumas delas podem ser vistas e até manuseadas em réplicas na exposição.

7. São Paulo já foi coberta por araucárias

Antes da urbanização, a cidade tinha grandes áreas de mata com araucárias. O nome do bairro Pinheiros é uma herança desse período.

Serviço

  • Exposição: Quando São Paulo era Piratininga
  • Local: Casa Museu Ema Klabin – São Paulo
  • Data: até 26 de abril de 2026
  • Horário: quarta a domingo, das 11h às 17h
  • Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)
  • Endereço: Rua Portugal, 43 – Jardim Europa

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